sábado, 25 de setembro de 2010

Nosso amor é forte demais!

Grazi,
não há sentimento mais belo que o amor, quando verdadeiro o amor consegue vencer todas as barreiras, todas as dificuldades. Ele permanece forte e inabalado diante das dificuldades da vida.
Eu acredito que nosso amor é assim, forte demais para ser abalado por coisas, que em comparação com este nosso sentimento, são pequenas demais.
O amor é um sentimento que nos alimenta, ao contrário da paixão que nos consome por dentro e apesar de forte não dura muito.
É verdade que temos nossos momentos de fragilidade, nossas discussões, mas sempre conseguimos superar todos esses problemas que se apresentaram no nosso caminho, e no fim, acabamos saindo com um sentimento mais forte, mais sólido e com raízes mais profundas.
Um amor como o nosso, se basea na confiança, no respeito mútuo, na amizade e, é claro, no tesão, tem tudo pra dar certo e continuar vivo por muitos e muitos anos.
O objetivo deste post é reforçar os meus sentimentos por você, dizer que nada nem ninguém nos fará afastar um do outro.

Te amo, ontem menos do que hoje e hoje menos que amanhã.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Por você!

Bom, o que vou digitar aqui, não sei se é ou não importante, bom na verdade é importante sim, ao menos para mim é.

Então, nestes quase 2 meses com você BB, tem sido a coisa mais importante em minha vida, estou conseguindo ser eu mesmo, coisa que fazia tempo que eu não conseguia.
O mais importante é que eu espero que esteja fazendo você se sentir assim também, sei que não sou perfeito, mas ninguém é ou será, meus erros são comuns, mas procuro fazer o menos possível, para poder lhe agradar.
Não espero perfeição de sua parte, ODEIO coisas ou pessoas muito perfeitas, parecem não serem reais, gosto dos seus erros e dos seus acertos, não consigo mais passar um dia que seja longe de você, criei uma dependência de você absurda, não consigo mais me ver longe de você!
Quero você ao meu lado todos os dias, quero contar com você como está sendo até o momento.

Você é minha VIDA, meu amor, minha alegria, minha tristeza, minha irritação, minha calma, você É MEU TUDO!

TE AMO MINHA VIDA! E não tenho medo ou vergonha de dizer isso não AMO VOCÊ GRAZIELE MACHADO DA SILVA (minha VIDA).

SEM VOCÊ

Minha vida,minha história
Só fez sentido, quando Te conheci
Seus olhos, Sua face, me levam além do que pensei
Se às vezes me escondo, em Você me acho
Nem dá pra disfarçar
Preciso dizer Você faz muita falta
Não há como explicar
Foi sem Você que eu pude entender
Que não é fácil viver sem Te ter
Meu coração me diz que não
Eu não consigo viver sem Você
Minha vida, minha história, só fez sentido, quando Te conheci
Seus olhos, Sua face, me levam além do que pensei
Se às vezes me escondo em Você, me acho,
nem dá pra disfarçar
Preciso dizer, Você faz muita falta
Não há como explicar
Foi sem Você que eu pude entender
Que não é fácil viver sem Te ter
Meu coração me diz que não
Eu não consigo viver sem Você
yeah
Se às vezes me escondo, em Você me acho, nem dá pra disfarçar
Preciso dizer Você faz muita falta
Não há como explicar,ahhh
Foi sem Você que eu pude entender
Que não é fácil viver sem Te ter
Meu coração me diz que não
Eu não consigo viver, sem Você, yeah..
meu senhor,meu Deus
Sem Você,sem Você
Yeah,yeah,yeah...

10 coisas que ODEIO em você!

1 - ODEIO como me faz rir
2 - ODEIO como me deixa feliz
3 - ODEIO como me faz chorar
4 - ODEIO como me faz sofrer
5 - ODEIO quando me olha
6 - ODEIO quando simplesmente me ignora
7 - ODEIO como estas sempre certa
8 - ODEIO como me enfrenta
9 - ODEIO tudo em você
10 - ODEIO principalmente não conseguir te ODIAR, nem por um segundo.

Adorei este texto retirado do filme com o mesmo nome do texto. E me sinto  mais ou menos assim, ODEIO algumas coisas em você, mas eu não pediria em nenhum momento que você mudasse alguma destas coisas, porque isso faz com que você seja especial.

AMO VOCÊ!! Demais. Em cada segundo do meu dia, quando estou fazendo qualquer coisa, você sempre esta em meus pensamentos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O lar e o bar.

Pesquisa-se, por conta da lei que bane o álcool à beira de estradas e do recenseamento do IBGE, quantos são os bares do Brasil.
Os pesquisadores chegaram a uma conta próxima do milhão – 976 mil bares, 3 milhões de empregados, mais os donos. Sem contar, é claro, os mais de cem bares “temporários” abertos em Floripa a cada verão.
Uma conta bem modesta. Depois de cinco anos de Yeltsin, 15 de Vladimir Putin e cinco de Medvedev, “Mama” Rússia abriga nada menos do que 8 milhões de bares, aí incluídos os botequins dos romances de Dostoievski e Tolstoi. Nos EUA, são 3 milhões de bares. E na Escócia, pequenininha como é, são mais de 400 mil “balcões”. Parece que todos os Johnnie Walkers da Terra já acordam chupando aquele magnífico líquido cor de âmbar – e usando aquele proverbial kilt xadrez...
Na verdade, bar no Brasil é o que não falta. Todo dia estão abrindo ou fechando um. Em 1796 – conta mestre Oswaldo Cabral, no seu magnífico Memória de N. S. do Desterro –, a vila possuía 666 casas, um triplo seis – esse número demoníaco. Dessas vivendas, 18 eram lojas do comércio e 44 eram botequins. Ou seja: um boteco para cada 85 dos seus 3.757 habitantes. Vale dizer: a turma era boa de copo.
Em torno de uma mesa de bar, já se conspirava contra o governo ou... contra os maridos de mulheres bonitas. Nos bares, edificavam-se calúnias, ateavam-se infâmias, blasfemava-se contra Deus e o próximo. Nem por isso, os botecos cerravam suas portas por causa da presença de bêbados.
O problema, a sério, não é a quantidade de bares. Mas a qualidade dos bêbados...
Sendo os conventos e os mosteiros as casas da virtude, esses altares não são, contudo, infensos a Belzebus. Assim como não é impossível que algum arcanjo tenha ido parar no inferno – por erro no endereçamento do código postal.
Ainda não adquirimos a maioridade etílica de uma Rússia, uma Alemanha, uma Inglaterra – onde os bêbados não somente são cidadãos respeitáveis como presidem a República (Yeltsin, nos anos 1990); fundam a Oktoberfest (o príncipe Ludwig da Baviera no século 19); ou salvam o império britânico do nazismo, como o velho e esponjoso Churchill nos anos da Segunda Guerra Mundial.
Não há nada como um boteco bem brasileiro, onde se bebe em pé, no balcão, de forma que o copo se transforme num aposto verbal, uma extensão da própria linguagem. Nem se poderia, a não ser num botequim nacional, encomendar a cerveja da rua, comandando ao barman:
– Mais duas louras!
Se elas chegarem requebrando os quadris, melhor ainda.
Essas casas, os bares, são, sem dúvida, muito menos corruptas do que muita Casa Civil.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A dor que dói mais...

Trancar o dedo na porta dói, bater o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói. 

Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cáries e pedra nos rins.
Mas a que mais dói é a saudade.
Saudade de um parente que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade das brincadeiras e da inocência.
Saudade de um ente querido que já não se encontra entre nós, e esta que sinto no momento.

Enquanto estou aqui digitando este texto, me recordo de meu pai.
Das brincadeiras que tínhamos, mas principalmente das conversas, da confiança entre os dois.
Poderíamos ficar horas conversando sem parar ou então apenas ficarmos sentados sem nada ser dito, a cumplicidade entre nos dois era tamanha.
Sabe o seu melhor amigo?
No meu caso meu melhor amigo, era meu pai. Nunca fui proibido de fazer nada, mas sempre tive as escolhas em minhas mãos, poderia escolher o certo ou errado, mas ele sempre estava a meu lado, tentando dar as opcoes corretas.
Se eu sou o homem que sou hoje, devo tudo aos ensinamentos de meu "irmão", sim nunca o chamei de pai, me arrependo um pouco disso e acredito que se ele estivesse aqui, também se arrependeria disso.
Pelo fato de ter esta confiança nele, eu me preocupe um pouco em confiar em mais alguém, pois hoje em dia, tudo e muito complicado, nunca sabemos em quem realmente podemos ou não confiar.
Vou terminar por aqui, apenas dizendo:
Pai aonde, você estiver, sei que estas cuidando de mim, e sinto sua falta, de nossas conversas e brincadeiras, tenho tantas coisas para lhe dizer, mas que sei e sinto que você já sabe de tudo.
Amo você e jamais te esquecerei.

Aprendendo a ser adulto

Na vida não precisamos acertar sempre, mas a cada dia errar menos.
E é necessário que a cada erro,  aprendamos o máximo possível.
Para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis, das quais precisaremos no futuro, para não cometer os mesmo erros.
Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam, nos trazem lembranças que fazem sofrer, e que preferimos esquecer.
Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las.
Para a cada dia errarmos menos e acertarmos mais.
Porque a vida é assim, cheia de surpresa e precisamos aprender a conviver com ela.
Caso contrário, não conseguiremos ser alguém e certamente não estamos aqui por acaso, sem razão, á toa, sem um objetivo à conquistar.
Estamos em busca de um espaço, para deixarmos de ser mais um neste mundo.
Por isso temos obrigação de aprender.
A viver e conviver com a realidade.
Tendo consciência de que em nossas mãos está o nosso futuro.
Dependendo principalmente do que somos no presente o que seremos neste futuro bem próximo.
Precisamos ter em mente algo muito importante:
Que devemos ser sempre nós mesmos, respeitando ao nosso próximo como a si próprio.
Quando vermos que isto está acontecendo, então sentiremos que nossos erros tornaram-se experiências.
E que isso, é como um sinal de nosso amadurecimento, ou seja, que deixamos de ser crianças e passamos a ser adultos, não no físico mas sim no mental.